Política de privacidade – Palpites Info
Publicar palpites e análises de apostas desportivas para leitores em Portugal obriga a manter um site informativo a funcionar, e isso faz-se com um conjunto restrito de dados pessoais. O tratamento segue o Regulamento (UE) 2016/679 (RGPD) e a Lei n.º 58/2019, de 8 de agosto, que assegura a execução do RGPD na ordem jurídica portuguesa.
Quem responde pelo tratamento
O responsável pelo tratamento, tal como o define o artigo 4.º, ponto 7, do RGPD, é a entidade que gere o site. Nome, morada e endereço de correio eletrónico estão em palpitesdesportivos.com, e é por esse mesmo canal que se coloca qualquer questão sobre dados pessoais.
Que dados são recolhidos
Cada abertura de página deixa no servidor uma linha de registo: endereço IP, momento do acesso, endereço solicitado, volume de dados enviado, página de proveniência e tipo de navegador. Esses registos servem a segurança e a deteção de utilizações abusivas; ao fim de 90 dias são eliminados ou reduzidos de modo a já não permitirem identificar uma pessoa. Quem escreve à redação entrega nome, endereço de correio eletrónico e o texto da mensagem, utilizados apenas para responder. Não existem contas de leitor, depósitos nem apostas neste site, pelo que não se recolhem dados de pagamento nem documentos de identificação.
Com que finalidade e com que fundamento
Segurança e funcionamento do site assentam no interesse legítimo (artigo 6.º, n.º 1, alínea f), do RGPD); responder a mensagens apoia-se no mesmo fundamento; medir audiências depende de consentimento (artigo 6.º, n.º 1, alínea a), do RGPD), em conjunto com o artigo 5.º da Lei n.º 41/2004. Não há decisões automatizadas nem definição de perfis.
Quem recebe os dados
Os dados não são vendidos. Chegam a subcontratantes que alojam o site, servem os seus conteúdos e gerem o correio, ao abrigo de contrato de subcontratação (artigo 28.º do RGPD), e a autoridades públicas quando a lei o imponha. Pode um subcontratante guardar dados fora do Espaço Económico Europeu, mas só nas condições dos artigos 44.º e seguintes do RGPD.
Durante quanto tempo e com que proteção
Medidas adequadas defendem os dados de perda e de uso indevido. Os registos do servidor duram no máximo 90 dias; a correspondência, até o assunto ficar encerrado e, depois, pelo tempo necessário a eventuais reclamações. Uma violação de segurança com risco para as pessoas é comunicada à Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD).
O que pode ser pedido
O acesso aos dados pessoais (artigo 15.º do RGPD), a retificação (artigo 16.º), o apagamento (artigo 17.º), a limitação do tratamento (artigo 18.º), a portabilidade (artigo 20.º) e a oposição (artigo 21.º) são direitos de qualquer pessoa. A resposta é dada sem demora injustificada e, no limite, num mês contado da receção do pedido; a complexidade ou o número de pedidos pode prorrogar esse prazo por mais dois meses (artigo 12.º, n.º 3).
Supervisão e reclamações
Considerando que a sua privacidade foi violada, qualquer pessoa pode reclamar junto da CNPD, a autoridade de controlo em Portugal (artigo 77.º do RGPD).
Última atualização: 6 November 2026.
